quarta-feira, novembro 16, 2005

Antes de mais nada gostaria de dizer que não sou homófobo. Sou partidário da idéia de que cada um sabe onde dói o fiofó. Não me esquento se o cara ou guria é ou não gay. Desde que, obviamente, não se metam comigo. Daí vem os argentinos, sempre eles, com uma de matar. Lançaram um concurso para contos infantis gay. Alegam que o preconceito esta na cabeça dos adultos e pretendem apresentar uma literatura infantil que mostre o assunto de forma lúdica (sic). Não sei, e me corrijam os entendidos (no bom sentido), mas duvido que exista uma forma pedagógica de abordar o assunto para o público infantil. Se pra nós, adultos esclarecidos, já é difícil entender (e aceitar) isso, imaginem a confusão na cabeça da criançada.

Nota sarcástica: Uma vez estive em Buenos Aires e na volta meu vôo veio repleto de viado portenho. Nunca tinha visto tamanha concentração de bambis na minha vida.

Nota dramática: O conto que ficou com o terceiro lugar conta a história de um menino que quer ser menina. Tenho um conhecido, de longa data, que depois de velho resolveu assumir seu lado bambi. Foi um choque. Conhecia o cara há mais de 20 anos, apesar de não ter muito contato. Pai de 3 filhos, sendo um já adolescente, colocou silicone no peito, aplique nos cabelos e fez tratamento para não nascer pelos na face. É a coisa mais bizarra que já vi. O sacana tinha até um site contando sua vida oculta. E sempre quis ser mulher desde garoto. Vai entender.

Copyright 2010 Jus Indignatus por Ricardo Rayol*template e layout layla*
Clicky Web Analytics