quarta-feira, julho 13, 2005

Desde sempre ouvi essa expressão. Sempre aliada a uma figura misteriosa. O Brasil, esse país pródigo, produziu, com o processo inflacionário que o assolou na década de 80 e início de 90, o upgrade da expressão. Agora é "o homem das malas". E no caso, deixou de ser misterioso, já sabemos com o que lida e a quem ele entrega as ditas cuja.

O que me faz pensar: Será que com a apreensão do pobre dinheiro da IURD, destinado ao pagamento de suas humildes despesas, eles irão instituir o víntimo para cobrir eventuais despesas com transferências?

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