sexta-feira, abril 19, 2013

"A mobilidade urbana como fator desagregador social e familiar", do MsC, MD, PG/FU Sir Ernest Shackleton. (Unknown Editors, 345 páginas)

Após 35 anos de pesquisas, o grande cientista e explorador Sir Ernest Shackleton publica seu mais novo livro. Após intensa pesquisa, com mais de 13.456 entrevistados em 35 países, ele revela fatores pertubadores relacionados com o caos na mobilidade urbana. Três ou quatro horas diárias literalmente travado no trânsito são retirados, diariamente, de pais e mães de família que assim não conseguem dar a necessária atenção aos filhos, esposas e maridos, fragilizando os elos e afetando o futuro de milhões de pessoas. Por outro lado, fortes relações de amizade, consolidadas ao longo de décadas são eprdidas por absoluta falta de tempo. "A mobilidade urbana afeta diretamente o grupo social, restringindo o relacionamento a grupos do trabalho e/ou academia. Além disso, utiliza-se mais e mais o 'happy hour' como pausa no caminho transformando pessoas afáveis em alcoólicos inveterados. Relato, em meu livro, casos impressionantes", declarou.

Imperdível.




quinta-feira, março 28, 2013

Longe de mim criticar a inclusão de tantos trabalhadores tratados como “yes, buana”. Mas não posso deixar de tecer certas considerações a respeito. Depois de aprovarem a tal PEC das empregadas os nossos (infelizmente tenho que incluir nessa) repre$entante$ ficaram preocupados. Afinal, para cada uma das trabalhadoras domésticas existem 2 ou mais eleitores pagantes. Se tocaram que nem todos os patrões são abonados (tem domésticas por necessidade) e nem todos são senhores de engenho. E aí começam a querer montar “puxadinhos” na tal lei. Por exemplo, o Sindicato das Domésticas (ou algo assim) quer que a União arque com o custo das creches, que está na tal lei aprovada. Porra, não tenho dinheiro para ter empregada fixa (mal consigo pagar uma faxineira quinzenal) e tenho que arcar, com o dinheiro do meu imposto, isso por quê? Outra, quem vai fiscalizar essa naba? Não se preocuparam com a fiscalização da jornada. Coisa bem difícil por sinal. Se entubaram os patrões então que assumam as consequências políticas.


Em tempo: A cereja do bolo foi a declaração da líder sindical esbravejando que agora havia sido feita a justiça, agora os patrões que “trocam de carro importado todo ano e viajam para a Europa vão ter que nos engolir” (mais ou menos isso). Uma lei que nasce da inveja ou revanchismo está fadada ao fracasso. 

sexta-feira, dezembro 14, 2012


Há mais semelhanças entre Inácios do que supõem nossa vã filosofia.

O Santo Inácio católico, o Loyola, foi injustamente acusado pela inquisição, se desdobrando em provar sua inocência e blindado por seus seguidores e apoiado pelo Papa da época. Antes iletrado, se alfabetizou e iniciou-se nos mistérios dos livros. Depois de algumas andança juntaram-se a ele três companheiros, que anos depois se tornaram seis e então veio a fundação da Companhia de Jesus. A vida do Inácio católico sempre foi cercada de suspeitas. Sua aparência andrajosa deixava-o sob suspeição sendo inclusive preso por algum tempo.
Foi de suam importância durante a Reforma Católica que, entre outras medidas bacanas , promoveu a retomada do Tribunal do Santo Ofício (inquisição), a criação do Index Librorum Prohibitorum (relação de livros proibidos pela Igreja) e o incentivo à catequese dos povos do Novo Mundo, pacificamente por certo.

Já o Inácio brasileiro, gentilmente apelidado de “Santo Inácio do Não Sei de Nada”, nunca sabe de coisa alguma e se sente apedrejado, injustiçado e martirizado. Seus companheiros são uns ingratos que não perdem a oportunidade de apunhala-lo pelas costas. Mesmo assim é blindado pela camarilha de puxa-sacos e pelos fiéis seguidores de suas doutrinas dúbias e sem sentido. E também pela Papisa.

Viva o Brasil.

terça-feira, dezembro 04, 2012

Gostaria eu de ter lido tantas e ácidas críticas, como as que estão sendo derramadas sobre o tal "best-seller" "50 tons de cinza", quando a Bruna Putistinha publicou seu manual profissionalizante. Chamá-la de escritora e aquela baboseira de livro é um insulto a tantos desta bela arte. A de escrever não a de trepar, é claro.

lula pode comer quem ele quiser, problema de foro íntimo dele e da dona marisa. Mas o que não está certo é colocá-la, a amásia não a esposa, em um cargo pago com o seu, o meu, o nosso imposto e fingir que a sujeita não está se valendo do relacionamento para se dar bem. Aliás, tenho quase certeza que tudo foi de caso pensado, virar amante, trair o marido etc e tal. Essa desculpa do "não sabia" não cola, pois tenham certeza que se dona marisa sabia, se a imprensa sabia, se seus inimigos sabiam, ele também sabe.

Ouvindo a CBN, a rádio que toca notícia, agora pela manhã tive o desprazer de acompanhar uma entrevista com um professor da USP (eu acho) de Gestão da Coisa Pública. O pernosticismo do sujeito bateu recordes. Sem contar que o tema, óbvio, era a corrupção. E, obviamente, ele disse o óbvio: que o problema é cultural e que o povo precisa apoiar o combate a corrupção. VTNC.

(imagem chupinhada do meu brother)






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