domingo, fevereiro 19, 2017

Muitos, como eu, estão indignados com a decisão do STF em arregar presos em condições degradantes.

Mas há um ponto que todos devem entender, o preso está sob a guarda do Estado e este tem obrigação de fazê-lo cumprir sua pena, imposta dentro dos termos da lei, sem acrescentar nada pitoresco como celas superlotadas. É uma questão legal. Ao impor uma multa ao Estado pelo descumprimento de suas atribuições o STF apenas exerceu sua função.

Mas vamos adiante, e as filas em hospitais? E o descaso com a educação? E os obscuros impostos recolhidos para manter uma malha viária em permanente petição de miséria? E todos os outros E's?

Aí é que a giripoca pia. O cidadão pode processar o Estado pelo não cumprimento de suas atribuições. Existem mecanismos para isso. O que não existe é a simplicidade em exercer esse direito, como se sabe. E vamos combinar, o cidadão não está nem aí em ir atrás de seus legisladores e pressionar para as mudanças necessárias.

Some-se também a falta de fiscalização, ou melhor a fiscalização seletiva de OAB's e os amadores dos Direitos Humanos. Pelo jeito que trabalham todos tem medo de ir em cana.

Ou então, definitivamente, o verdadeiro eleitor, e merecedor de toda a pompa e circunstância, são as facções. 

Alea Jact Est.



quinta-feira, fevereiro 16, 2017

RIP

Meus sentimentos à família do grande Pessoa Lopes, o moita, do blog "A moita do moita".

THE
END
?

sexta-feira, agosto 19, 2016

Em primeiro lugar gostaria de saudar o povo desempregado brasileiro. Em segundo lugar saúdo os senhores senadores e senhoras senadoras que me apoiam, são poucos mas moram no meu coração. E por último saúdo a mandioca indígena, o cachorro por trás da criança e a ideia maravilhosa de estocar vento que tive outro dia, que colocarei na pauta das minhas realizações.

Quero, por meio desta carta, contar umas coisas sobre mim e sobre minha vontade de voltar à presidência do Brasil. Eu tive essa ideia sozinha e não pedi para ninguém para escrever por mim. Nunca fui em uma ópera então não preciso do Gasparzinho.

Reafirmo que sou inocenta. Apesar de comandar o país lá da minha sala no planalto, nunca tive contato com essa gentalha desqualificada que se aproveitou e escreveu aquelas medidas para causar as pedaladas. As pedaladas eu dou sozinha, acompanhada de meus seguranças, todos os dias, entre 7 e 8 da manhã, de segunda a sábado. Não preciso de ninguém pedalando por mim.

O Brasil tem um grande problema, que é aquele problema que não conseguimos resolver e colocamos a culpa em alguém inocenta. O que quero dizer é que não cometi crime nenhum, se eu tivesse cometido eu seria detenta e não presidenta.

Conto com a compreensão de todos e de todas, mas não quero com essas palavras causar um mal estar de gênero. Vamos todos dar as mãos ao redor do Senado Federal e rezar pela minha volta.

Obrigada.

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